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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

NASA investe em pesquisa para transformar fezes humanas em alimento

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A NASA anunciou a lista de pesquisas universitárias selecionadas para o seu novo projeto para impulsionar o programa espacial norte-americano. 

Uma das mais chamativas é a que pretende criar métodos de transformação de excremento humano em alimento. Basicamente, eles querem desenvolver um processador de fezes, quase ao estilo daquele patrocinado por Bill Gates, mas para gerar “comida” em vez de água.

Por enquanto não há muitos detalhes divulgados sobre a pesquisa, mas ela recebeu um aporte de US$ 200 mil, mais de R$ 690 mil, para serem gastos em um ano corrido. É possível ainda que os pesquisadores consigam esse mesmo prêmio por mais dois anos, caso o desenvolvimento seja satisfatório para a NASA.

Autonomia

Essa novidade poderia melhorar bastante a autonomia de voos de longa distância pelo espaço, diminuindo a necessidade de carregar alimento vindo da Terra, o que é pesado e custa caro. A agência tem interesse especial em uma tecnologia para cortar os gastos nesse ponto pelo fato de estar alugando estruturas de empresas particulares, como a da SpaceX, para enviar comida à Estação Espacial Internacional (EEI).



A pesquisa está sendo elaborada pela Universidade de Clemerson, na Carolina do Sul, EUA, e é liderada por Mark Blenner. Ao todo, a NASA investiu em oito projetos que podem ajudar a exploração espacial de alguma forma, incluindo melhoramento de células solares, para captação de energia no espaço, e procedimentos e equipamentos para tornar mais eficiente a reentrada de naves na atmosfera terrestre.

Agricultura espacial

Além do tratamento de excremento humano, a agência estuda também a produção agrícola pelos próprios astronautas, mas ainda não parece haver um sistema de produção em larga escala viável. Contudo, recentemente, os tripulantes da EEI comeram pela primeira vez uma alface produzida inteiramente no espaço.

No total, essa fase de investimento em pesquisas promissoras aportou cerca de US$ 1,6 bilhão, o equivalente a R$ 5,5 bilhões.


[FONTE: NASA via Curiosidades]

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terça-feira, 12 de julho de 2016

Roupas íntimas e os hábitos que podem perigar a saúde

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As roupas íntimas das mulheres assim como as dos homens, são peças que exigem uma atenção especial durante a lavagem e manutenção porque mais delicadas porque, se manuseadas ou tratadas de forma errada, elas poderão oferecer riscos para a saúde da pessoa as usa principalmente na região genital. Por isso é preciso que se tenha muito cuidado na hora de usar, lavar e guardar.
A maneira como cuidamos da nossa roupa íntima é fundamental

É comum aproveitarmos para lavar as roupas íntimas quando tomamos banho (principalmente as mulheres), lavar essas peças utilizando sabonetes convencionais não é o mais recomendado por que os sabonetes não matam os germes que se alojam nessas peças. Segundo especialistas, o ideal é manter uma barra de sabão neutro ou de coco no banheiro que terão apenas essa finalidade.
E se depois de lavar, tem deixado a sua roupa íntima para secar no banheiro, fique sabendo que essa prática é incorrecta isto porque o banheiro por ser um ambiente húmido e quente, o costuma abrigar uma quantidade maior de fungos do que qualquer outra região da casa. 
Deixar a roupa a secar no banheiro é perigoso

 Logo, deixar a calcinha ou cueca secando lá pode fazer com que se tornem alvo de bactérias e microrganismos diversos. Um deles, o fungo Candida albicans, causador da candidíase. Por isso depois de lavá-las, coloque-as para secar em um ambiente aberto e use o ferro de engomar(passar) roupa antes de vesti-las. 

O ideal é deixar a secar em locais arejados
Tal como qualquer outra roupa mais delicada, as roupas íntimas devem ser lavadas separadamente e fora das máquinas de lavar. Isso porque, normalmente, elas também são utilizadas para lavar outros tipos de roupas sujas, incluindo as toalhas, que carregam restos de pele e bactérias.
o ideal





Não deve-se amaciadores ou qualquer outra substância que possa impregnar no tecido. Qualquer uma delas podem acabar desencadeando reacções adversas na área íntima, podendo evoluir para problemas mais graves ou gerar confusão em sintomas dermatológicos ou ginecológicos.




E ai caro(a) leitor(a) o que achou deste artigo? Deixe a sua opinião nos comentários.


Fonte: JC
Fotos: Web



terça-feira, 5 de julho de 2016

O que acontece se uma pessoa decidir parar de tomar banho?

por
Amoo Hadji, o iraniano que está há 60 anos sem tomar banho


Com o frio que actualmente se faz sentir, há quem poderia se perguntar, especialmente em um país quente como o nosso, o mais provável é que esse indivíduo começasse a cheirar milhares de odores desagradáveis ao mesmo tempo e começasse a perder os amigos.

Acontece,  que esse é apenas um dos efeitos colaterais que a falta de banho pode trazer para a vida de uma pessoa. Isso porque, além, do cheiro nada agradável, além de problemas muito mais sérios, relacionados mesmo à saúde.

Portanto, essas complicações seriam causadas por meio e por causa da pele, que acumula uma quantidade incalculável de sujidade, aumentando a probabilidade da pessoa apanhar uma infecção, por exemplo.

A nossa pele, que está presente em toda parte externa nosso corpo, possui cerca de 2,6 milhões de glândulas sudoríparas, que são as responsáveis pelo suor. Essas glândulas fazem com que a gente perca boas quantidades de líquidos por dia, que saem junto com uma parte da gordura do organismo e ficam impregnados nos minúsculos pelos que cobram todo nosso corpo.
Por mais que a pessoa não perceba esse processo, o que acontece é que uma camada de sujidade acima do normal começa a se acumular sobre a pele. E isso, acaba servindo de atrativo para germes e bactérias que estão no ambiente e que costumam se hospedar nessa camada mais externa do corpo humano.

E todo esse acúmulo de sujidades e de suor costuma resultar comichões por toda parte. O que faz com que a pessoa provoque pequenas feridas na pele  na hora de se aliviar do “sofrimento”. Quando isso acontece o organismo fica exposto a todos esses agentes de enfermidades, que se caírem diretamente na corrente sanguínea podem causar séries infecções.
As pessoas precisam saber que não é o suor em si que cheira mal. O mau cheiro de uma pessoa que está muito suada ou que não tomou banho é, na verdade, resultado de bactérias que metabolizam as proteínas e os ácidos graxos liberados pelo suor sobre a pele, os pelos e os cabelos.

Fonte: Fatos desconhecidos
Fotos: Wikipédia

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Será que é correcto mastigar ou cortar comprimidos?

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A escolha da forma que um medicamento é fabricado não é definido sem razão. 
Os fabricantes consideram, entre outros factores:

  • As condições de transporte e armazenamento (espaço, volume, praticidade); 
  • A estabilidade do medicamento (ou seja, a garantia de que o princípio activo não sofrerá nenhuma interferência ou transformação que comprometa sua passagem para o sangue ou o seu efeito); 
  • A aparência e sabor do princípio activo e demais constituintes; e 
  • A precisão da dosagem. 

 Toda alteração feita no medicamento pode acabar afectando sua eficácia.

Retirar o conteúdo da cápsula
Muitas pessoas optam por abrir a cápsula do medicamento e ingerir apenas o pó, para que fique mais simples de engolir, principalmente quando são idosos ou crianças com dificuldade de deglutição. No entanto, essas cápsulas são idealizadas com a função de proteger a mucosa da boca e do esófago do contacto com a medicação, para que ela possa agir de forma lenta, garantindo sua eficácia. Para alguns medicamentos, a remoção da cápsula pode ter consequências como vómitos e esofagite, inflamação da mucosa do esófago.




Mastigar o comprido ou cortá-lo ao meio
Outro erro comum das pessoas é mastigarem o comprido ou cortá-lo ao meio, práticas que também podem interferir na absorção do princípio activo pelo organismo. Segundo os especialistas, os únicos comprimidos que podem ser cortados ao meio são aqueles que possuem uma linha no meio, desenhada inclusive para facilitar o corte. Ao partir um medicamento que não foi fabricado para tal, ele se despedaça, se espalha e a dose ingerida perde sua precisão.
Além disso, caso não seja partido em uma superfície limpa, ainda se aumenta o risco de contaminação com outros materiais, bem como bactérias e fungos. 

Outro problema é que muitas pessoas não guardam a outra metade com o cuidado necessário e se guardados em uma caixa contendo vários medicamentos diferentes, há o risco de confundi-los e tomar um comprimido trocado, tomando o dobro da dose de um e não tomando o outro, por exemplo. Assim, os medicamentos devem ser ingeridos inteiros, da maneira como vieram na cartela.

Os problemas em mastigar o medicamento são muito parecidos com o de ingerir o remédio fora da cápsula. O corpo poderá absorvê-lo mais rápido do que deveria, levando a uma intoxicação. O desenho do comprimido foi feito para facilitar a ingestão da quantidade necessária de medicamento e o contacto do comprimido com o ácido gástrico deve dissolvê-lo e quebrá-lo em partículas que serão absorvidas. Se houver maior dificuldade para ingerir o comprimido, converse com o seu médico para buscar formulações alternativas.

FONTE: Diário de Biologia
FOTOS:Web

segunda-feira, 27 de junho de 2016

7 sinais de que uma pessoa está mentindo

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Contar mentiras é algo comum para a maioria das pessoas, que acreditam que o ato de distorcer a verdade não faz mal a ninguém porque em algumas situações a verdade pode parecer inadequada demais. 
 
No entanto, a aceitação depende dos valores de um povo, em uma determinada época. Também existe a possibilidade de que o relato não oficial seja aceito em graus diferentes, a depender das expectativas de cada grupo social.

Peritos e detectives, por exemplo, são treinados e têm experiência profissional que lhes permite desenvolver melhor a capacidade de observação dos sinais que podem indicar uma mentira. São expressões faciais, movimento das pernas, braços, timbre da voz e até o cérebro dão dicas sobre a sinceridade de uma narrativa. Isso porque cada pessoa possui um padrão de conversação diferente, que é alterado quando ela passa a mentir.

Homens vs Mulheres
Os sinais corporais apresentados durante o ato são os mesmos independente de género, o que indica que homens e mulheres mentem na mesma proporção. Porém, muitos indícios estão associados ao estress que a pessoa sofre quando ela precisa mentir e, para o observador, é fundamental analisá-los com cautela: eles podem ser apenas reflexos de nervosismo vindos de uma pessoa sincera.

Com base na experiência dos profissionais, um observador comum pode detectar uma mentira, pois o importante é estar atento e reparar em pequenos sinais que o corpo dá durante o ato. Embora não exista regra, há alguns vestígios que são universais ao se detectar uma mentira.

Confira 7 desses sinais:
1. Contacto visual em excesso
Acreditava-se que maioria dos mentirosos desvia o olhar ao contar uma história falsa. No entanto, um estudo sugeriu que pessoas que costumam mentir podem fazer contacto visual em excesso, em uma tentativa inconsciente para camuflar a mentira.

Quem mente precisa convencer o outro a acreditar na história contada, e quem está falando a verdade não está se importando em convencer seu interlocutor, por isso acaba desviando o olhar ao visualizar um objecto estático, o que ajuda a relembrar os fatos, para depois voltar ao contacto visual. Portanto, desconfie de alguém mantém contacto visual excessivo.

2. Piscadas
Pessoas que mentem tendem a dar piscadas mais longas. Isso acontece devido a um efeito inconsciente, pois o cérebro, como forma de recusar o que a pessoa está dizendo, provoca estas piscadas, deixando o olho do mentiroso mais tempo fechado do que o habitual.
3. Mãos escondidas e frias
Não precisa ser nenhum detective particular para saber que é importante analisar o movimento das mãos de quem está falando. As pessoas sinceras tendem a mostrar a palma da mão ao seu ouvinte mais facilmente, enquanto as mentirosas são inclinadas a se fecharem e tendem a cobrir as mãos, escondendo-as nos bolsos, atrás das costas ou cruzando os braços. Além disso, quando o organismo entra em estado de alerta em consequência do nervosismo e da ansiedade, a temperatura do corpo costuma cair, deixando com as mãos e os pés gelados.


4. Reacção demorada e pausas
A reacção de uma pessoa a uma pergunta deve ser cautelosamente analisada se o ouvinte quer pegar o mentiroso. Se alguém demora a concordar ou negar alguma afirmação seguida de um atraso no movimento da cabeça, pode ser um sinal de que este alguém esteja mentindo. Porém, esse intervalo extra é quase imperceptível, o que requer boa observação. Além disso, uma série de pausas na narrativa também pode indicar sinais de falsidade, o que mostra um indício de que o cérebro está criando as próximas informações.

5. Face
A análise da face é bastante usada na identificação de mentirosos por detectives e peritos, e pode ser uma boa estratégia para observadores comuns. Fala e feição devem ser congruentes, ou seja, se uma pessoa narra um evento divertido o mais provável, é que sua face mostre alegria e felicidade. Caso isso não ocorra, algo pode estar errado na fala dessa pessoa, indicando, talvez, uma mentira.

6. Saliva
Durante uma narrativa mentirosa, o corpo entra em alerta devido à situação de estress causada e para de produzir saliva. A pessoa, então, passa a “engolir seco” ou fica com a boca seca durante a conversa. No entanto, o observador deve analisar essa dica com cautela, pois os níveis de saliva variam de acordo com o grau de tensão e nervosismo do mentiroso.

7. Alterações na fala
A fala é um ponto chave para identificar a veracidade, pois quem mente apresenta uma série de sinais que podem ser reparados sem muito esforço. O tom de voz fica alterado e a pessoa que está mentindo geralmente fala mais alto, pois as cordas vocais se enrijecem quando o organismo está tenso. Os indícios que podem ser observados através da fala e que indicam uma mentira são:

  •  Demorar demais para chegar ao objectivo da conversa e fazer menos afirmações directas;
  • Repetir a mesma frase quando se nega ou afirma alguma coisa;
  • Usar as mesmas palavras da pessoa que fez alguma pergunta;
  • Mudar de assunto quando não souber responder alguma pergunta;
  • Falar com um vocabulário difícil de ser entendido e com palavras que não são usadas quotidianamente por aquela pessoa, além detalhar demais os fatos;
  •   Falar rápido demais, gaguejar ou parar no meio das frases. 


FONTE: Megacurioso
FOTOS: Web

terça-feira, 14 de junho de 2016

Oração realmente funciona para “curar” alcoolismo, diz pesquisa

por
Para os membros de longo prazo dos grupos de Alcoólicos Anônimos, a ciência
acaba de revelar uma boa notícia: as orações, de fato, ajudam a reduzir os
desejos pelo álcool, quando confrontadas com uma situação de estímulo.
Isso foi revelado de acordo com um novo
estudo que explorou a fisiologia do cérebro de pessoas viciadas em álcool,
envolvidas há anos em programas de recuperação. Os participantes que recitavam
orações, após verem imagens relacionadas ao álcool, relataram sentir menos
vontade de beber, além de exibirem um aumento da actividade em regiões do
cérebro que controlam a atenção e emoção.
O estudo, conduzido por pesquisadores da
NYU Langone Medical Center, tinha o objectivo de ser o primeiro a explorar a
fisiologia do cérebro de membros do AA. Logo, foram recrutadas 20 pessoas do
grupo para participarem do experimento. Os indivíduos que relataram a falta de
vontade de álcool uma semana antes do ensaio, foram colocados em um scanner de
ressonância magnética. Depois, foram-lhes mostradas fotos de bebidas alcoólicas
ou de pessoas que bebem. Cada imagem foi mostrada duas vezes.
Na primeira rodada, os participantes foram
convidados a ler uma matéria qualquer de um jornal. Na segunda, eles recitaram
uma oração do AA dos EUA, chamada “a oração da serenidade”, que visa promover a
abstinência do álcool. De autoria do teólogo norte-americano Reinhold Niebuhr,
ela foi adoptada por vários “programas de doze passos”, incluindo o AA, que usa
esta versão: “Deus, concede-me serenidade para aceitar as coisas que não posso
mudar, coragem para mudar as coisas que posso e sabedoria para saber a
diferença”.
Segundo os pesquisadores, o desejo pelo
álcool de fato diminui após os membros recitaram a oração. “Nossas descobertas
sugerem que a experiência do AA, ao longo dos anos, tinha deixado esses membros
com uma capacidade inata de usar oração para minimizar o desejo do álcool”
disse o autor Marc Galanter, MD, professor de psiquiatria e 
director da Divisão
de Alcoolismo e Abuso de drogas na NYU Langone.
“O desejo é reduzido entre os membros do
AA de longo prazo em comparação com pacientes que pararam de beber por algum
período de tempo, mas são mais vulneráveis à recaídas”, disse. Com os dados dos
exames de ressonância magnética, a equipe também foi capaz de detectar
respostas físicas no cérebro. Eles observaram alterações no córtex pré-frontal
– região do cérebro que controla a atenção – e em locais do cérebro que
controlam a emoção e a “reavaliação semântica” da emoção.
Galanter tem estudado o papel da
espiritualidade em membros do AA ao longo de uma década, e constatou que os
membros experimentam um “despertar espiritual”, que marca a transição para uma
atitude diferente em relação ao ato de beber. “Nossas descobertas atuais abrem
um novo campo de investigação em mudanças fisiológicas que vem acompanhadas do despertar
e da perspectiva de mudanças espirituais em membros do AA e outros“, disse
Galanter.
FONTE: Daily Mail
Foto: Tumblr